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Perícia conclui que suspeito do ataque na Universidade de Brown cometeu suicídio dias após o crime

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Perícia indica que suspeito dos ataques em Brown e MIT cometeu suicídio

Conclusão da autópsia

O legista de New Hampshire informou que Claudio Neves Valente provavelmente morreu por suicídio em 16 de dezembro de 2025, data estimada com base nos exames e nas informações disponíveis. O corpo foi encontrado em 18 de dezembro em um depósito em Salem, New Hampshire.

Resumo dos ataques

No dia 13 de dezembro, um atirador abriu fogo numa sala de aula do edifício de engenharia Barus & Holley, na Universidade Brown, em Providence, Rhode Island — dois estudantes morreram e nove ficaram feridos; a universidade permaneceu em lockdown por várias horas.
Em 15 de dezembro, um professor do MIT identificado pelas autoridades como Nuno Loureiro foi baleado em sua residência em Brookline, Massachusetts; Loureiro faleceu no dia seguinte. As investigações apontam ligação entre os dois casos.

Progresso da investigação

Com o suspeito morto, os investigadores não puderam interrogá‑lo; agora a apuração depende de evidências digitais limitadas, mandados de busca e itens físicos recolhidos nos locais. Duas armas de fogo foram encontradas junto ao corpo.
Uma denúncia anônima, informações de moradores e registros públicos ajudaram a traçar os deslocamentos do suspeito entre Rhode Island, Massachusetts e New Hampshire e a montar a linha do tempo dos acontecimentos.

Métodos usados pelo suspeito

Segundo fontes oficiais, o suspeito adotou medidas para evitar rastreamento, como trocar placas de veículos entre cidades e tentar reduzir o reconhecimento por câmeras e sistemas de identificação, o que dificultou a localização e o monitoramento pelas autoridades.

Perfil do suspeito e motivação

Claudio Neves Valente, de 48 anos, natural de Portugal, fez doutorado em física na Universidade Brown e vivia nos Estados Unidos desde 2017, com residência permanente obtida pelo programa de loteria de vistos; antes dos ataques, residia em Miami.
As motivações dos ataques ainda são desconhecidas; as autoridades continuam a reunir provas e depoimentos para tentar esclarecer por que os crimes ocorreram.

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