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EUA dizem que três morreram em ataques a suposto comboio de barcos de drogas

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EUA dizem que três morreram em ataque a suposto comboio de barcos de drogas

O Comando Sul dos Estados Unidos afirmou que ataques aéreos contra um conjunto de três embarcações envolvidas no tráfico de drogas deixaram pelo menos três mortos em uma das embarcações, enquanto ocupantes dos outros dois saltaram ao mar e abandonaram os barcos. A ação ocorreu em 30 de dezembro de 2025 e, segundo as autoridades, foi realizada em águas internacionais; o local preciso não foi divulgado.

Detalhes do ataque

O Comando Sul informou que três pessoas morreram a bordo de uma das embarcações atingidas. Os ocupantes das outras duas embarcações pularam no mar antes dos ataques e permaneceram na água. As autoridades não forneceram informações adicionais sobre resgates ou detidos relacionados ao episódio. A Guarda Costeira e o Comando Sul foram procurados pela imprensa, mas não houve respostas públicas detalhadas sobre eventuais missões de busca e salvamento.

Contexto da campanha contra o tráfico

Os ataques integram uma campanha iniciada em setembro de 2025, conduzida pela administração do presidente Donald Trump, com o objetivo declarado de reduzir o fluxo de cocaína e outras drogas destinadas aos Estados Unidos. Desde o início da campanha, ao menos 34 embarcações foram atingidas e cerca de 110 pessoas morreram, segundo balanços oficiais.

A operação concentrou-se inicialmente no Mar do Caribe e depois deslocou-se para o Pacífico Oriental, conforme as autoridades disseram ter identificado rotas de tráfico mais vinculadas ao transporte de drogas rumo aos EUA.

Escalada: ações contra alvos em terra e pressão à Venezuela

Além de ataques navais e aéreos, fontes indicaram que a CIA realizou um ataque por drone contra uma instalação portuária na costa da Venezuela no início de dezembro, descrito como a primeira operação conhecida dos EUA em solo venezuelano desde o início da campanha. O governo americano também aumentou a presença naval e de tropas na região e ordenou bloqueios a petroleiros sancionados vinculados à Venezuela.

Autoridades da Casa Branca e integrantes da administração afirmam que a estratégia visa também pressionar o governo de Nicolás Maduro, que criticou fortemente as ações dos EUA, qualificando-as como tentativa de desestabilização.

Controvérsias e escrutínio jurídico

As operações têm gerado intenso escrutínio de legisladores, especialistas jurídicos e organizações de direitos humanos. Há questionamentos sobre a legalidade dos ataques, a falta de transparência sobre as evidências que justificariam o uso da força e o tratamento dado a sobreviventes em operações anteriores.

Relatos anteriores mencionaram ataques subsequentes contra embarcações já danificadas, com sobreviventes que teriam sido atingidos após a explosão inicial, além de casos em que indivíduos detidos foram repatriados ou não localizados. Esses episódios motivaram investigações e pedidos de explicações por parte de parlamentares e autoridades.

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