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Boulos diz que Câmara viveu cenas que nem na ditadura após retirada à força de Glauber Braga

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Boulos critica atuação na Câmara após retirada forçada de deputado

Em 9 de dezembro de 2025, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos, classificou como autoritárias as ações registradas na Câmara dos Deputados durante sessão que terminou com a retirada à força do deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) da Mesa Diretora.

O que ocorreu no plenário

O episódio começou quando Braga ocupou a cadeira da presidência da Câmara em protesto contra um pedido de cassação de seu mandato. A Polícia Legislativa o retirou fisicamente da Mesa, seguranças esvaziaram o plenário e a transmissão da TV Câmara foi interrompida. Jornalistas foram impedidos de permanecer no recinto, segundo relatos oficiais.

Reação do governo

Boulos condenou publicamente as medidas adotadas na Casa, afirmando que foram autoritárias e feriram normas democráticas, e manifestou solidariedade a Braga. Ele foi o primeiro integrante do governo a comentar oficialmente o caso.

Motivo da ocupação e análise parlamentar

A ocupação da Mesa ocorreu pouco depois de o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), informar que avaliaria um pedido de cassação contra Braga, baseado em acusações de agressão a um manifestante dentro do Congresso. Braga disse que permaneceria na Mesa enquanto a disputa não fosse resolvida.

Contexto legislativo

O episódio aconteceu no mesmo dia em que o presidente da Câmara se comprometeu a colocar em pauta um projeto de lei que reduz penas para pessoas envolvidas nos atos golpistas de 8 de janeiro, incluindo o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A sessão estava na fase inicial que poderia levar à votação da proposta quando Braga assumiu a cadeira.

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